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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O Impacto Economico dos Materiais Recicláveis das Cooperativas de Catadores no Estado do Rio de Janeiro em 2006: Uma análise de insumo-produto

Na manhã do dia 11/12 no V ENJMA foi apresentado pelo Msc. Luiz Carlos de Santana Ribeiro, um estudo de caso sobre "O Impacto Econômico dos Materiais Recicláveis das Cooperativas de Catadores no RJ". A apresentação gerou uma discussão entre os presentes, que ficaram surpresos com a realidade da exclusão social dos catadores do RJ e da grande desigualdade na distribuição de renda entre os atores envolvidos no processo de comercialização dos insumos utilizados pela indústria de reciclagem. Foi apresentada medidas para solucionar o problema de modo a se oferecer melhores condições aos catadores. A pesquisa revela que a renda média que é repassada para essa classe, gira em torno de R$ 417,50 por mês. Isso deve-se a estrutura de mercado oligopsônica, que conta com muitos produtores (catadores) e poucos compradores (indústria), facilitando assim a intervenção de "atravessadores" que ficam com a maior parte do lucro.

Para ler o artigo proposto pelo autor durante a palestra, faça  DOWNLOAD AQUI!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Visitas do Blog em menos de 1 semana no ar.

Olá amigos e amigas coletivizados!!!

Gostaria de mostrar-lhes o sucesso do nosso blog em menos de uma semana no ar, já temos cerca de de 935 acessos distribuídos em 8 diferentes países. Creio que este intercâmbio deve-se ao fato da I CONFINT.
Segue abaixo a lista das visitas por países:


Brasil ----------------896
Estados Unidos ----15
Alemanha -----------06
Grécia ---------------06
Espanha -------------04
Croácia --------------04
Portugal -------------03
Uruguai --------------01



Dados retirados do blog até as 13 horas do dia 14/12/2010.

OBS: Não pensem que esqueci de divulgar as fotos aqui no blog. Apenas estou organizando-as e tentando conciliar as atribuições do trabalho, depois de 1 semana fora, com as atribuições pós-encontro.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Oficina de Agenda 21 e COM-VIDA

Questões trabalhadas na oficina realizada pelo CJ/PB

  • Mapeamento dos processos pelos estados (que bom, que pena e que tal)
  • Papel do CJ na construção de COM-VIDAS (inclusão de outros coletivos de juventude no processo)
  • Escolas sustentáveis (idéias do MEC em implantar um modelo de escola que tenha desde o processo político pedagógico até sua arquitetura pensada nas práticas sustentáveis)
  • Práticas sustentáveis e Permacultura
Sistematização feita por Tiago Lincka - CJ/RN

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Jovens avaliam as Políticas Públicas de Juventude e Meio Ambiente no V ENJMA

Na manhã do dia 09 de dezembro, os participantes do V ENJMA construiram a Linha do Tempo dos Movimentos de Juventude pelo Meio Ambiente. Fábio Deboni, um dos pioneiros no movimento, falou sobre o início dos Conselhos Jovens de Meio Ambiente (CJ) que em 2003 foram formados para atuar no processo da I Conferência Infanto-Juvenil pelo Meio Ambiente.

Os membros desses Conselhos que existiam apenas no contexto das conferências decidiram continuar articulados em seus estados no formato de redes sociais, criando então a REJUMA - Rede da Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade e transformando os Conselhos Jovens em Coletivos Jovens de Meio Ambiente, mantendo os princípios, Jovem educa jovem, jovem escolhe jovem e uma geração aprende com a outra.

Em seguida os jovens se reunira em subgrupos de acordo com o tempo de participação no movimento, pontuando as ações que se realizaram ao longo desses quase oito anos de existência.

As atividades do encontro prosseguiram com a construção do Mapa da Juventude pelo Meio Ambiente, onde cada Estado presente no encontro respondeu um questionário no intuito de indicar como é a organização local, a mobilização estadual, as articulações com parceiros e outras organizações da sociedade civil e as principais temáticas de atuação.

À noite foi marcada pela avaliação das Políticas Públicas de Juventude e Meio Ambiente entre 2003 e 2010 e pelos Cine Debates de Democracia e Soberania e de Mudanças Climáticas.

Noite de Abertura

Cento e oito jovens se encontram em Brasília para o V Encontro Nacional de Juventude e Meio Ambiente (V ENJMA). A abertura do evento aconteceu na noite do dia 08/12. Na mesa de abertura, Rangel Mohedano – MEC, coordenador do Programa Nacional de Juventude e Meio Ambiente falou da importância do V ENJMA que acontece no final da gestão (2003-2010) configurando-se como uma oportunidade de avaliação, proposição e ação estratégica para a continuidade e o fortalecimento das políticas públicas de juventude e meio ambiente ao longo das próximas gestões.
Thiago Alexandre, interlocutor da REJUMA (Rede da Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade) no Conselho Nacional de Juventude ressaltou a participação e a atuação politizada da rede nos espaços de articulação socioambientais.
Rachel Trajber, coordenadora geral da educação ambiental no Ministério da Educação (MEC) falou dos processos de educação ambiental, formal, não-formal e informal e enfatizou que o movimento de juventude e meio ambiente no Brasil é mais que um movimento de juventude, é um movimento de educação ambiental.
José Vicente de Freitas, Coordenador da Agenda 21 no MMA enfatizou a educação ambiental como ato político e reforçou a importância da percepção integrada do jovem com outros jovens.
A noite de abertura contou ainda com o lançamento da 4ª edição da Revista Agenda 21 e
Juventude.
O V ENJMA acontece até dia 12 de dezembro na Reserva Ecológica Paraíso da Terra. O diferencial dessa edição é a construção colaborativa entre os jovens participantes que são também organizadores, compondo as equipes de trabalho do encontro.

Relato sobre a oficina Olhares Juvenis sobre a Rio + 20

Oficina Rio + 20

No grupo de trabalho Rio + 20 foi discutido o envolvimento dos movimentos de juventude e meio ambiente
na conferencia internacional de mesmo nome que ocorrerá no Rio de Janeiro em 2012 em alusão à Eco 92.

Primeiramente, foi feito uma linha do tempo desde a conferência de ESTOCOLMO até os antecessores da RIO + 20,
a ECO-92 e RIO + 10, um panorama histórico dos mais importantes eventos que iniciaram as discurssões da problemática ambiental
no mundo moderno, onde o crescimento econômico dos países encontra-se em um ritmo insustentável e inicia-se uma queda de braço
entre a economia e a preservação ambiental, cogitando-se até o crescimento zero que foi duramente reprimido, é claro, daí surgiu
o desenvolvimento sustentável o qual busca um crescimento econômico com um mínimo de impácto possível.
   

Na segunda parte, fomos divididos em 4 grupos onde foram respondidas questões relevantes sobre o papel e a importância
da atuação dos movimentos de juventude e meio ambiente na Conferência Rio+20 e como se dará esta atuação. Desse trabalho
sairá propostas que serão descutidas no fórum da REJUMA.

Pedro Gabriel - CJ/DF



V Encontro de Juventude e Meio Ambiente e Revista Agenda 21 e Juventude 2010

O quarto número da Revista Agenda 21 e Juventude, lançado nessa quarta-feira (09/12), traz textos de jovens de todo o país sobre experiências e práticas na temática "Produção e Consumo Sustentáveis - Trabalhos Sustentáveis". No lançamento, durante abertura do V Encontro Nacional de Juventude e Meio Ambiente, que se realiza na Reserva Ecológica Paraíso na Terra, em Brazlândia-DF, o coordenador do Programa Agenda 21 do Ministério do Meio Ambiente, José Vicente de Freitas, destacou a importância do protagonismo dos jovens, demonstrado nos textos e em sua atuação coletiva.

Jovens autores também falaram sobre suas contribuições para a revista, destacando que esta deve servir como uma ferramenta em que, através de exemplos práticos, jovens educam jovens, princípio básico seguido pelos Coletivos Jovens de Meio Ambiente.

O V Encontro Nacional de Juventude e Meio Ambiente, que segue até o dia 11 de dezembro, é proposto enquanto um momento de avaliação, proposição e planejamento estratégico para a continuidade e o fortalecimento das políticas públicas de juventude e meio ambiente ao longo das próximas gestões. O encontro é marcado por intenso diálogo, aprendizagem e produção. Pretende-se que os encaminhamentos do encontro sejam estruturantes para o futuro das Políticas Públicas de Juventude e Meio Ambiente no Brasil.

As oficinas e grupos de trabalho, propostos pelos participantes, incluirão temáticas como mobilização social, produção visual e escrita, mudanças climáticas, produção de energia na Amazônia e metodologias de planejamento participativo.

Ao final do encontro serão levantadas experiências e políticas de juventude e meio ambiente nos estados e municípios dos participantes, com produção de documento de avaliação destas políticas em nível federal, bem como um desenho de ações da rede de Coletivos Jovens para o próximo ano.

Acesse a revista.

Fonte: www.mma.gov.br